sábado, 7 de agosto de 2010

MOLDAVIA (2)

Kishnev então, média e espaçosa cidade, mostrava-se a meus olhos séria. Seu aspecto assemelhava-se ao semblante de seus taciturnos habitantes, os quais, conhecendo melhor mais tarde pude constatar grandes virtudes de carater. Se eram tempos sofridos para a imensa Russia, imaginem a pequenina Republica Moldova, carente de materias primas e extremamente dependente economicamente de seus vizinhos mais agraciados, ricos em petroleo e melhor preparados para a dura transição.
Quando chegamos ao Mercado Central Municipal, pude constatar consternado as mazelas impostas pela nova ordem economica. Os considerados " economicamente inviaveis " perambulavam por aquele recinto em busca de restos de alimentos com que sobreviver. Esses " inviaveis " incluem-se cegos, deficientes fisicos, mentais e outros largados a sua propria sorte.
Sacha e um seu proximo amigo, um hebreu que adorava a Moldavia, gordinho, cara vermelha e simpatico, conduziram-me a muitos treinos e alguns passeios possibilitando-me dessa forma conhecer pessoas jovens e mais velhas que poucos vão cativando a alma de qualquer estrangeiro. Lembro-me agora de outro personagem importante para a Federeção local, seu patrocinados mais importante, um senhor grego, de grande posse e que adorava jogar futsal e o fazia bastante bem pela sua ja adiantada idade.

Um comentário:

mm_dos disse...

Profe soy Manolo de Sevilla. Solo te escribo para preguntarte como estas. No comento nada de tuarticulo pues me cuesta entender lo que escribes en brasileño.

Sigo trabajando para nuestro deporte. Me edico a la enseñanza con chicos deseo los 6 a los 19 años. Me va muy bien, aunque con tres hijos y tanto revuelo con la crisis no soy capaz de ahorrar para verte.

Todas la semanas invierto en "loterías y quinielas" y te prometo que el primer gasto haré será el de ir a verte. Todo los días tengo un motivo para acordarme de ti.

Un mas que fuerte abrazo.
Manolo de Sevilla.